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Pensão por Morte: o que muda após a Lei 13.135/2015?

Home Colunistas Pensão por Morte: o que muda após a Lei 13.135/2015?
81 comentários | Publicado em 14 de setembro de 2015 | Atualizado em 14 de setembro de 2015
Reforma da Previdência: Como ficará o cálculo da Pensão por Morte

Dentre as mudanças que atingiram os benefícios previdenciários no corrente ano, sem dúvida nenhuma a pensão por morte foi alvo das mudanças mais profundas e que merecem total atenção e estudo por parte dos Previdenciaristas, principalmente no que tange à pensão para cônjuge e companheiro.

 

Valor do benefício previdenciário

A Medida Provisória 664/2015 aterrorizou com a notícia da redução do valor das pensões por morte concedidas a partir de sua vigência, pela comentada regra de 50% + 10% por cada dependente habilitado. Sendo que a partir da cessação das cotas individuais, os 10% eram extintos, não cabendo aos demais habilitados.

Sabiamente este absurdo não foi contemplado pela Lei 13.135/2015 e, portanto, fica revogado. Dessa forma, a regra permanece de 100% do valor da aposentadoria do segurado falecido. Outra boa notícia é que o INSS evitará uma enxurrada de ações judiciais das pensões concedidas enquanto vigorou a medida provisória 664/2015, ao passo que revisará administrativamente as pensões concedidas a menor e pagará as diferenças pertinentes.

 

casal-idoso-pensao-por-morte

 

Pensão por morte para cônjuge ou companheiro em união estável

Com certeza as “piores” mudanças estão neste item. Além de inclusão de carência, antes dispensada, as novas regras ainda incluíram pensionamento temporário e inclusão de tempo mínimo de união/casamento.

 

Carência para Pensão por Morte

Medida drástica e um pouco confusa foi a carência. Isto porque me parece que a carência foi criada apenas para o dependente cônjuge/companheiro(a).  Assim, a carência de 18 meses de contribuição está prevista no art. 77,  pp2.o V, b, da Lei 8.213/91, vejamos:

 

Art. 77.  ……………………………………………………………

……………………………………………………………………………….

2o O direito à percepção de cada cota individual cessará:

………………………………………………………………………………..

…

V – para cônjuge ou companheiro:

…

b) em 4 (quatro) meses, se o óbito ocorrer sem que o segurado tenha vertido 18 (dezoito) contribuições mensais ou se o casamento ou a união estável tiverem sido iniciados em menos de 2 (dois) anos antes do óbito do segurado;

 

Dessa forma, o artigo cita e seu incisos programaram 2 tipos de carência, a de contribuições do segurado (18 meses) e a do Casamento/União (24 meses). A justificativa para as alterações é evitar fraudes em casamentos arranjados e outros golpes, mas na verdade estamos assistindo a implosão de um pilar básico da Previdência, qual seja a imprevisibilidade e a cobertura social para a morte do segurado.

Ao invés de melhor fiscalizar, nos casos objetivos de pouco tempo de casamento/união, presume-se fraude e nega-se a cobertura.  E para não parecer “drástica” demais, a nova norma prevê que quando não forem preenchidas as carências da alínea “b”, receberá o(a) pensionista o valor de 4 pensões, ou seja, uma espécie de “esmola” suficiente para pagar os atos funerais, e olhe lá!

A exceção para dispensar as carências de contribuições e/ou tempo de casamento é em caso de cônjuge inválido ou com deficiência (art. 77, V, a) e para mortes originárias de acidente de qualquer natureza ou de doença profissional ou do trabalho (art. 77, §2.º-A). Outra observação importante é a possibilidade de cômputo para carência de contribuições vertidas em Regimes Próprios de Previdência (RPPS).

Outro direito amputado foi a vitaliciedade do benefício para o cônjuge com idade inferior a 44 anos de idade, conforme regras do mesmo art. 77, alínea “c”:

 

c) transcorridos os seguintes períodos, estabelecidos de acordo com a idade do beneficiário na data de óbito do segurado, se o óbito ocorrer depois de vertidas 18 (dezoito) contribuições mensais e pelo menos 2 (dois) anos após o início do casamento ou da união estável:

1) 3 (três) anos, com menos de 21 (vinte e um) anos de idade;

2) 6 (seis) anos, entre 21 (vinte e um) e 26 (vinte e seis) anos de idade;

3) 10 (dez) anos, entre 27 (vinte e sete) e 29 (vinte e nove) anos de idade;

4) 15 (quinze) anos, entre 30 (trinta) e 40 (quarenta) anos de idade;

5) 20 (vinte) anos, entre 41 (quarenta e um) e 43 (quarenta e três) anos de idade;

6) vitalícia, com 44 (quarenta e quatro) ou mais anos de idade.

 

Além dessas mais relevantes, temos outras mudanças no sentido de proibir a pensão caso o beneficiário tenha praticado crimes que resultaram na morte do instituidor ou fraude no casamento ou união, mas não vou tecer maiores comentários pelo fato de que na prática a jurisprudência já se posicionava neste sentido.

Com isso, entendo que as mudanças ainda são muito recentes e terão interpretação e aplicações diferentes nos casos concretos e jurisprudência. A nós, Previdenciaristas, caberá a utilização da hermenêutica jurídica para trabalhar da melhor forma possível os conceitos e teses de dispensa de carência, invalidez, deficiência dos beneficiários e etc.

Preparem-se, demandas virão…

Boa sorte, sucesso e um excelente trabalho a todos leitores!

Pensão por Morte

81 comentários

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  • REGINA MARIA DE OLIVEIRA Responder 23 de março de 2021 at 16:14

    Boa tarde meu esposo morreu 2016 minha pensão e vitalícia ou não eu só recebo até certo tempo

    • Laura Coelho
      Laura Coelho Responder 23 de março de 2021 at 16:27

      Obrigado pelo contato!

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  • Tanua Responder 15 de março de 2021 at 01:27

    Fiquei viúva em 2016 a minha pensão é vitalícia ou não..vai ser aquela com tempo de idade…..meu esposo tinha 52 anos eu na época tinha 38 anos….será que vou receber vitalícia

    • Laura Coelho
      Laura Coelho Responder 15 de março de 2021 at 08:52

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  • Mirani Responder 24 de outubro de 2020 at 22:19

    Meu esposo faleceu dia 10/04/2015 A lei 13.135 entrou em vigor em junho então no caso a minha pensão é vitalícia?

    • Fábio Avila Responder 26 de outubro de 2020 at 14:55

      Olá Sra. Mirani!

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  • Sonia Responder 5 de agosto de 2020 at 17:31

    Boa tarde meu marido faleceu em 03/2015 seu benefício era em média 4 salários mínimos!!recebi nos 3 primeiros meses menos da metade aí no 5 mês passei receber 1600 !agora recebo 2 salários e meio !qual foi o fator que usaram pra chegar esse valor pois eu já tinha mas de 50 anos

    • Fábio Avila Responder 5 de outubro de 2020 at 17:31

      Olá Sra. Sonia!

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  • Robson Responder 27 de julho de 2020 at 19:04

    Boa noite! Recebo pensão desde 2012 ela é vitalicia tinha 36 anos quando minha esposa faleceu?

    • Fábio Avila Responder 5 de outubro de 2020 at 17:47

      Olá Sr. Robson!

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  • Maristela Girelli Responder 11 de dezembro de 2019 at 01:07

    Bom dia, meu marido aposentou por invalidez, apesar de ter tempo de serviço.
    Veio a falecer em 15/05/2015, minha pensão teve um redutor, sendo 70% do que ele ganhava.
    Está correto?
    Aguardo resposta

    • Átila Abella
      Átila Abella Responder 11 de dezembro de 2019 at 13:59

      Boa tarde!!

      Nosso site presta Consultoria para Advogados Previdenciaristas, e que por questões éticas não realizamos consultoria direta para segurados do INSS, exatamente para evitar fazer concorrência com nossos próprios clientes.

      Assim, aconselho buscar consulta com algum advogado especialista em sua região.

  • Lucia Responder 8 de setembro de 2019 at 10:14

    Bom dia atila: eu fiquei viúva no dia 28 de maio de 2015.minha pensao venho por 15 anos .sendo que a lei 13 mil só entrou em vigor no dia 17 de junho .minha pensao teria que ser vitalicia.desde já obrg???

    • Fábio Avila Responder 19 de outubro de 2020 at 14:18

      Olá Sra. Lucia!

      Obrigado pelo contato!

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  • lucia Responder 8 de setembro de 2019 at 07:57

    ola,fiquei viuva no dia 28 de maio de 2015 ,minha pensao veio só por 15 anos,e a lei só entrou em vigor no dia 17 de junho ,entao minha pensao teria de ser vitalicia no cazo???

  • ana paula gomes gomes Responder 8 de agosto de 2019 at 20:44

    boa noite meu companheiro faleceu dia 15.04 2105 meu beneficio e vitalicio estou em duvida

    • Fábio Avila Responder 19 de outubro de 2020 at 16:43

      Olá Sra. Ana!

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